
O Deus da revelação bíblica não é um poder ou um princípio impessoal, distante e perdido na imensidão do universo. Mas, antes, é o Deus da história real, que intervém nas crises e no cotidiano da vida humana. Não é um Deus apático, distante, á margem dos factos e das questões relacionadas á vida concreta dos homens. Ele não está preocupado apenas com aquelas questões relacionadas á dimensão e ao destino da alma, á eternidade e ao mundo invisível e ás realidades celestiais e transcendentes. As escrituras nos revelam um Deus interessado na vida e nas realidades do cotidiano humano, com todas as suas dores, lutas, lágrimas e agonias. Atento a todos aqueles aspectos que constroem a nossa existência e dão forma ao nosso universo pessoal, como o encontro com as pessoas, o casamento, o trabalho, os projectos, as realizações, as idas e vindas, o lazer, a celebração, a festa, a música, a dança...
O Deus, em cujas mãos está o destino das nações – como sinaliza toda a história bíblica – não deixa de se envolver e penetrar na vida privada das pessoas.
Deus se revela como alguém que dirige e controla o destino dos grandes impérios da História, ben como um Pai cheio de afecto e cuidado amoroso, que interage, participa e se preocupa com as lutas e os dramas da existência humana. Um Deus que não sacraliza apenas a dimensão eterna e o espírito humano, mas o homem todo e toda a sua vida em sua multiplicidade de experiências; um Pai, cujo desejo é que os filhos vivam melhor não apenas no além, no céu, ou num futuro escatológico ainda distante, mas tanbem na arena da vida, no trabalho, na família, nos encontros e nos amores...Com toda a exuberância e fartura que uma terra banhada pelo “orvalho do céu” pode vir a produzir.
“De pai para filho”, Luciano Vilaça
Este é o Deus que eu experimento!
O Deus, em cujas mãos está o destino das nações – como sinaliza toda a história bíblica – não deixa de se envolver e penetrar na vida privada das pessoas.
Deus se revela como alguém que dirige e controla o destino dos grandes impérios da História, ben como um Pai cheio de afecto e cuidado amoroso, que interage, participa e se preocupa com as lutas e os dramas da existência humana. Um Deus que não sacraliza apenas a dimensão eterna e o espírito humano, mas o homem todo e toda a sua vida em sua multiplicidade de experiências; um Pai, cujo desejo é que os filhos vivam melhor não apenas no além, no céu, ou num futuro escatológico ainda distante, mas tanbem na arena da vida, no trabalho, na família, nos encontros e nos amores...Com toda a exuberância e fartura que uma terra banhada pelo “orvalho do céu” pode vir a produzir.
“De pai para filho”, Luciano Vilaça
Este é o Deus que eu experimento!
6 comentários:
Lindo post! Realmente este também é o Deus que eu experimento! Uno-me a ti neste pedaço.
Deus te abençoe!
beijos
Esse é o Deus em que eu também acredito. Um Deus que se importa, que cuida, que protege, que está sempre perto e atento ás nossas necessidades. Um Deus de Amor, Graça e infinita Compaixão!
Abraço fraternal!
È verdade este é o nosso Deus! O Deus da nossa salvação!
Eu "partilho" contigo este maravilhoso e poderoso Deus.
Amo tu
Tua Flor
Mana Beta, venho abraçar a tua alma e lembrar-te que te AMO no amor de JESUS. :)
Abraço apertado para ti e teus três amores.
Tua mana amiga Flor
Olha só quem voltou... :)
Fico contente por te encontrar tão feliz nas tuas "experimentações"!
bjos ;)
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